quinta-feira, 3 de maio de 2012

A nova forma de pensar da filosofia moderna culminou no raciocínio (René Descartes) e no Empirismo (Francis Bacon, John Locke, David Hume) e preparou, de certa forma, o caminho para o Criticismo Kantiano. Detalhe cada uma dessa correntes






Racionalismo

O racionalismo consiste em acreditar nas ideias inatas e no raciocínio lógico, através da razão. É, de certo modo a própria filosofia desde sua origem pois, de facto a razão é a condição de todo pensamento teórico.
O racionalismo é a corrente central no pensamento liberal, que se ocupa em procurar, estabelecer e propor caminhos par alcançar determinados fins. Tais fins são postulados em nome do interesse coletivo, com base no próprio liberalismo e que se torna assim, a base também do racionalismo. O racionalismo por sua vez, fica à base do planejamento da organizaçãoeconômica e espacial da reprodução social.


Empirismo






O Empirismo é uma doutrina filosófica que tem como principal teorico o ingles John Loke, que defende uma corrente a qual chamou de Tabula Rasa. Esta corrente afirma que as pessoas nada conhecem, como uma folha em branco. O conhecimento é limitado as experiencias vivenciadas, e as aprendizagens se dão por meio de tentativas e erros.
O Empirismo é a sabedoria adquirida por percepções, pela origem das ideias por onde se percebe as coisas, independente de seus objetivos e significados, pela relação de causa e efeito por onde fixamos na mente o que é percebido atribuindo a percepção, causas e efeitos e pela autonomia do sujeito que afirma a variação da consciência de acordo com cada momento.




Criticismo Kantiano




O termo Criticismo é empregado para denominar a filosofia Kantiana, que se propõe investigar a teoria ou formas a priori do entendimento. Sua meta consiste em chegar a determinar o que o entendimento e a razão podem conhecer, encontrando-se livre de toda experiência, bem como os limites impostos a este conhecimento.
O Criticismo Kantiano renasce no século XIX, como reação ao predomínio do movimento idealista, por um lado, e, por outro, como contra posição ao positivismo nascente. Este movimento recebe o nome de Neocriticismo ou Neokantismo .


2 comentários:

  1. Bacon estava lutando contra a ciência e a filosofia estéreis de sua época. O debate científico, preso à metafísica aristotélica e infestado de minúcias e sofismas, não produzia muita coisa, exceto motivos para mais debate. Enquanto isso, as artes mecânicas, que os teóricos consideravam ignóbeis, tinham feito consistentes e rápidos avanços. A pólvora, a imprensa de Gutenberg e a bússola não foram superadas por nenhum progresso nos domínios mais elevados.
    Avaliando a situação, Bacon concluiu que o conhecimento pode ser frutífero somente se a tecnologia e a filosofia estiverem unidas. Em vez de debater pormenores de matéria e forma, os cientistas deviam observar diretamente a natureza, esboçar conclusões e empregar ferramentas práticas para testá-las. Em outras palavras, a ciência devia ser baseada na indução e na experimentação, não na metafísica e na especulação.

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  2. A filosofia Kantiana descobriu uma forma que a reflexão feita pela razão procurando saber quais os limites daquilo que o homem poderia conhecer, para ele o espaço e o tempo naõ séria
    extraído mas se constituem como intuição a priori.

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